Piauí tem restrições de sexta (16) a domingo (18); veja o que funciona

O funcionamento do comércio, bares e restaurantes foi autorizado somente até quinta-feira (15) no Piauí.


Nesta sexta-feira (16), o comércio está fechado e é permitido o funcionamento apenas das atividades consideradas essenciais após decreto publicado pelo Governo do Piauí com medidas restritivas, com objetivo de conter o avanço da contaminação do coronavírus. As medidas seguem até o dia 18 de abril.

As restrições impostas pelo último decreto iniciaram no dia 12 de abril. O funcionamento do comércio, bares e restaurantes foi autorizado somente até quinta-feira (15), mas com um horário limitado. De sexta (16) a domingo (18) funcionam apenas atividades consideradas essenciais. Até o dia 18 de abril:

  • Toque de recolher de 22h a 5h;

  • Suspensas as atividades que envolvam aglomeração, como atividades esportivas e sociais;

  • Comércio, bares e restaurantes ficam fechados;

  • Permanece a proibição de festas e eventos, em ambientes abertos ou fechados.

Justiça mantém restrições em Teresina A Justiça do Piauí suspendeu os efeitos do decreto de nº 20.849/2021 da Prefeitura de Teresina, que autorizava de sexta-feira (16) até domingo (18) o funcionamento do comércio em geral no sistema de delivery ou drive-thru. Com a decisão, apenas atividades essenciais podem funcionar na capital nos dias citados, para controle da pandemia do coronavírus, que já matou mais de 4,6 mil pessoas no Piauí. A decisão veio após ação ingressada pelo governo do estado, que tinha decretado apenas o funcionamento das atividades essenciais. Isso porque o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (MDB), publicou na quarta-feira (14) no Diário Oficial da Prefeitura de Teresina um decreto que flexibilizava as medidas estaduais. Serviços essenciais Até as 24h do dia 18 de abril deste ano, ficarão suspensas todas as atividades presenciais econômico-sociais, com exceção das seguintes atividades consideradas essenciais:

  • Mercearias, mercadinhos, mercados, supermercados, hipermercados, padarias e produtos alimentícios;

  • Farmácias, drogarias, produtos sanitários e de limpeza;

  • Oficinas mecânicas e borracharias;

  • Lojas de conveniência e serviços de alimentação situadas em rodovias estaduais e federais, exclusivamente para atendimento de pessoas em trânsito (viajantes;

  • Postos revendedores de combustíveis e distribuidoras de gás;

  • Hotéis com atendimento exclusivo dos hóspedes;

  • Distribuidoras e transportadoras;

  • Serviços de segurança pública e vigilância;

  • Serviços de alimentação preparada e bebidas exclusivamente para sistema de delivery ou drive-thru;

  • Serviços de telecomunicação, processamento de dados, call center e imprensa;

  • Serviços de saúde, respeitadas as normas expedidas pela Secretaria de Saúde do Estado do Piauí;

  • Serviços de saneamento básico, transporte de passageiros, energia elétrica e funerários;

  • Agricultura, pecuária, extrativismo e indústria;

  • Bancos e lotéricas;

  • Templo, igrejas, centros espíritas e terreiros.

Supermercados e padarias O funcionamento de mercearias, mercadinhos, mercados, supermercados, hipermercados, padarias e serviços alimentícios deve ser encerrado às 20h, sendo proibido o ingresso de clientes no estabelecimento após este horário. Os clientes que já se encontrarem no interior do estabelecimento até as 20h, é permitido o seu atendimento. Fica vedado o atendimento presencial para a venda de artigos de vestuário, móveis, colchões, cama box, aparelhos celulares, computadores, impressoras e demais aparelhos e equipamentos de informática. Atividades religiosas Templos, igrejas, centros espíritas e terreiros poderão funcionar com atividades presenciais, mas apenas com público limitado a 25% da sua capacidade, não podendo haver mais de uma celebração diária, que não pode ultrapassar 2h de duração. Toque de recolher Agora, o toque de recolher será de 22h a 5h. Dessa forma fica vedada a circulação de pessoas em espaços e vias públicas, ou em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, ressalvados os deslocamentos de extrema necessidade.

  • As unidades de saúde para atendimento médico ou deslocamento para fins de assistência veterinária ou, no caso de necessidade de atendimento presencial, a unidades policial ou judiciária;

  • Quem está a trabalho em atividades consideradas essenciais ou estabelecimentos autorizados a funcionar na forma da legislação;

  • Entrega de produtos alimentícios e farmacêuticos.

  • A entrega de bens essenciais a pessoas do grupo de risco;

  • Estabelecimentos que prestam serviços essenciais ou cujo funcionamento esteja autorizado nos termos da legislação;

  • Outras atividades de natureza análoga ou por outros motivos de força maior ou necessidade impreterível, desde que devidamente justificados.














Fonte:G1 Pi